Carlos Eduardo Matias
Desde pequeno que tenho o gosto pela leitura. Sempre me esforcei em ter leitura correta e enfática. Não é fácil, mas com esforço persistente e hábito saudável de ler e escrever, isso é possível.
Assim como Danuza Leão, eu devorava e continuo devorando revistas em quadrinhos. É uma leitura divertida e que contribui muito para um vocabulário diversificado. Recomendo a meus alunos que adquiram esse hábito também.
Através da leitura, posso corroborar a fala de J. C. Violla, que diz ficar “bem informado e antenado com o mundo”. Quanto mais eu leio, mais aprendo. E assim como Nina Horta, eu também me identifico com vários personagens dos livros que leio. Eles fazem e sempre farão parte da minha vida!
Outra coisa que destaco é a participação da família nesse hábito de leitura. Num dos depoimentos que ouvi – o do Gilberto Gil – foi mencionado que a avó foi a responsável por sua alfabetização. Eu sempre recebi incentivos de meus pais quanto a ler. Sempre ganhava livros e revistas, e isso foi me enriquecendo culturalmente. Fiz algo parecido com minha filha, que desde os 5 anos de idade já se entusiasma com a leitura.
Tudo isso me faz lembrar da querida professora Glória que, na época do colegial, me elogiava e incentivava a nunca abandonar a leitura e a busca pelo conhecimento. Graças a ela, nunca desisti do sonho de me formar em Letras, algo que consegui e com muito orgulho dedico a ela essa minha conquista pessoal.
Daniela Vieira Martins da Silva
Os primeiros contatos que tive com a Língua Escrita foram mediados por minha mãe, que, embora pouco escolarizada, lia muitos livros religiosos e ressaltava a importância de saber ler para conseguir tomar ônibus, entender contratos e outras coisas práticas. Minha mãe associava a leitura ao exercício da cidadania, ensinava que era a forma que tínhamos para conviver em sociedade sem sermos encanados por mal intencionados.
Comecei a ler decorando algumas marcas que, por razões comerciais, apresentavam sempre a mesma fonte. Meu pai e eu brincávamos de descobrir “onde está escrito”, ele perguntava por exemplo: “Onde está escrito Sharp?” e eu deveria ir até o eletrodoméstico com essa marca. Quando a brincadeira passou a ficar muito fácil ele passou a perguntar as mesmas marcas, mas escritas de trás para frente, perguntava por exemplo: “Onde está escrito Onra?” –que era a marca Arno ao contrário, assim, quando entrei na escola já conhecia muitas letras e não foi difícil aprender a ler.
Não me lembro qual foi a primeira palavra que li sozinha, sei apenas que estava com um pedaço de jornal brincando na cozinha enquanto minha mãe lavava a louça, li alguma coisa, ela veio conferir se estava certo e me parabenizou pelo feito.
Este blog colaborativo faz parte de um programa de formação à distância de professores da rede do Estado de São Paulo, cujo curso intitulado "Melhor Gestão, Melhor Ensino" visa inovar as práticas pedagógicas nas salas de aula. Neste blog você, visitante, encontrará matérias, atividades, explicações, curiosidades e muito mais relacionado com a Língua Portuguesa. Convidamos você, seus familiares e amigos a nos visitarem e participarem em nosso blog.
Nenhum comentário:
Postar um comentário